Thaddeus M. Baklinski
JERUSALÉM, Israel, 7 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Efrat, uma organização pró-vida israelense que trabalha com mulheres que estão pensando em fazer aborto dando apoio emocional e material, está alertando que as implicações demográficas do aborto em Israel são o maior perigo para Israel hoje.
“Israel perdeu mais de um milhão e meio de crianças judias por meio do aborto legal desde 1948. Num país com cerca de 5,5 milhões de judeus esse número tem grande importância demográfica. Imagine como Israel seria mais forte hoje com um milhão de judeus a mais”, diz uma declaração de Efrat.
Anualmente, são realizados em Israel mais de 50.000 abortos, de acordo com o Dr. Eli Schussheim, diretor de Efrat.
“O índice de natalidade entre árabes é o dobro do índice de natalidade entre judeus, que está em 2,3. A previsão é que os árabes serão maioria em Israel no ano de 2020”, disse o Dr. Schussheim.
Um artigo no jornal Jerusalem Post diz que a ameaça demográfica é tanto um problema externo quanto interno: “praticamente quatro milhões de palestinos sobre os quais não temos nenhum desejo de governar, e uma população árabe-israelense que está crescendo rapidamente e está cada vez mais quer a independência de Israel dos judeus”.
“Os árabes constituem 20 por cento da população”, explica o artigo, “e a população árabe é muito mais jovem do que a população judaica — metade dos árabes judeus tem menos de 18 anos; só um terço dos judeus está nessa faixa — e tem um índice de natalidade duas vezes mais elevado do que o da população judaica”.
Apontando para o colapso demográfico dos europeus étnicos em face dos crescentes índices de crescimento das famílias muçulmanas na União Européia, o Jerusalem Post avisa: “Demograficamente, a situação de Israel é ainda pior do que a da Europa ocidental, que, com os atuais índices de crescimento, terá uma maioria muçulmana no final do século 21”.
Efrat fez uma comparação interessante: em média semanalmente perdem a vida em Israel nove pessoas em acidentes de carro, uma pessoa em ataques de terroristas, mas mais de 900 bebês em procedimentos de aborto, principalmente devido a razões econômicas.
O Dr. Schussheim diz que Efrat ajudou mais de 25.000 mães a ter seus bebês durante os anos pelo simples método de fornecer apoio econômico e emocional para mulheres que estavam pensando em abortar por causa de razões financeiras.
As mães recebem equipamentos de bebês e requisitos básicos, cupons para compras em mercados por seis meses antes do nascimento e seis meses depois, e apoio social e emocional pessoal por um dos 3.000 voluntários de Efrat.
“Nos mais de 25.000 casos que Efrat apoiou durante os passados 30 anos, nunca me deparei com uma mãe que tenha me dito que lamenta ter um filho vivo e saudável em casa”, disse o Dr. Schussheim.
A sede de Efrat em Jerusalem pode ser contatada neste telefone 054-567-2285, ou na sua filial americana, Amigos Americanos do Berço — Efrat, que pode ser contatada, para mais informações, neste telefone 1-800-273-4314.
Veja os artigos relacionados de LifeSiteNews:
People of Israel Sharply Divided Over Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jan/08010709.html
Chief Rabbis of Israel Rule Abortion "a Grave Sin"
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jan/08010205.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09090802.html
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