Anistia Internacional exige “direito” de matar crianças em gestação concebidas por estupro na Nicarágua

1 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Anistia Internacional está exigindo o “direito” de matar crianças em gestação concebidas por estupro na Nicarágua, de acordo com fontes dos meios de comunicação internacionais.
No passado, dedicada à luta contra os abusos dos direitos humanos, a Anistia Internacional (AI) em anos recentes está cada vez mais se tornando uma organização pró-aborto e pró-homossexualismo de pressão política.
Numa reportagem, a Agência de Imprensa Francesa disse que a “missão” da AI na Nicarágua pediu ao governo do país na quinta-feira que legalizasse o aborto “terapêutico”, que pela definição da organização inclui casos de estupro.
“Estamos exigindo que o aborto terapêutico seja permitido quando a vida da mulher está em perigo e também quando houve um estupro”, disse Guadalupe Marengo da AI numa entrevista com a Agência de Imprensa Francesa.
“O que dá para ver aqui são casos de meninas que foram estupradas que são engravidadas, que mais tarde não têm nenhuma possibilidade de terem um aborto terapêutico”, se queixou Marengo, que acrescentou que o governo “as força a ter um bebê”, o que “é muito triste”.
A AI continua a afirmar que a lei da Nicarágua que proíbe o aborto propositado coloca a vida das mulheres em perigo, embora o governo tenha frequentemente esclarecido que os médicos que realizam operações médicas de salvamento de vida que secundariamente causam um aborto não sofrem ações penais.
Conforme LifeSiteNews noticiou no passado, o índice de mortalidade materna da Nicarágua caiu drasticamente desde que a proibição do aborto foi aprovada em 2006, de 140 mortes maternas por 100.000 nascimentos para apenas 100 em 2011.
Líderes pró-vida internacionais dizem que o exemplo da Nicarágua não é raro: os índices mais elevados de mortalidade materna muitas vezes ocorrem em países com leis liberais de aborto propositado, tais como Índia, e os índices mais baixos se acham onde o procedimento permanece ilegal, ais como Sri Lanka e Chile.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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